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Qual a função da injeção eletrônica?

Nos últimos anos, percebemos o aumento do número de veículos nas ruas. Por um lado é bom, pois demonstra a força da indústria automotiva na economia. Mas, por outro lado, causa um grande impacto no meio ambiente, por conta da grande emissão de gases nocivos para a saúde humana.

Desse modo, as montadoras criaram uma solução específica para diminuir o problema: a criação do sistema de injeção eletrônica, em substituição aos carburadores dos automóveis. Mas mesmo assim, essa questão ainda desperta algumas dúvidas nos condutores.

Afinal de contas, qual a função da injeção eletrônica? Neste post, você vai conferir e aprender tudo sobre o assunto. Confira!

Qual a função da injeção eletrônica?

A injeção eletrônica é um sistema que foi especialmente criado para substituir os carburadores, melhorando o desempenho dos automóveis. Portanto, ele serve para alimentar o combustível do veículo e evitar o aumento da poluição, controlando a mistura de ar e combustível que se forma no motor do veículo.

Principais componentes da injeção eletrônica

Abaixo você pode conferir os principais componentes que formam o sistema de injeção eletrônica:

Central de informações

Conhecida também por unidade de comando, ela é responsável pelo envio de dados para a Central que controla o motor do automóvel e a injeção do combustível. Dessa maneira, ela armazena as informações necessárias para buscar constantemente as melhorias no sistema.

Sensores

Ao analisar o funcionamento do motor e as informações transferidas para a Central, os sensores verificam a pressão, a proporção dos reagentes de queima do combustível e a temperatura do motor. Assim sendo, eles registram as informações necessárias, caso o automóvel sofra uma pane elétrica, por exemplo.

Atuadores

São responsáveis pela queima de combustível no motor e pela alimentação. Todos os dados derivados dessas ações são encaminhados para a Central de Informações.

Funcionamento da injeção eletrônica

A injeção eletrônica possui, como principal característica, a verificação de informações e a posterior comparação com leituras gravadas em sua memória. Assim sendo, o próprio sistema da injeção envia esses dados para diversos atuadores do sistema.

Etapas da injeção eletrônica

  • 1ª etapa: Após o condutor dar a partida no automóvel, os pistões se movimentarão de forma a subir e descer e, com isso, o sensor de rotação enviará as informações para a unidade do sistema de injeção eletrônica;
  • 2ª etapa: Nesta fase, o pistão gera uma aspiração do coletor e um vácuo na atmosfera. Desse modo, ele passará por uma borboleta de aceleração e por um mediador, até atingir os cilindros do motor;
  • 3ª etapa: Tendo a informação sobre o volume de ar admitido, a Central de Comando identifica o que fazer com essa unidade, permitindo a quantidade de combustível adequada para que as válvulas de pressão colaborem para o bom funcionamento do sistema de injeção eletrônica.

Vantagens da injeção eletrônica

A injeção eletrônica fornece ao motor do automóvel as condições ideais para trabalhar. Portanto, além da adequação ao consumo de combustível e ao processo de combustão, esse sistema possui algumas vantagens a mais, como partidas mais rápidas, maior rendimento do motor e menos poluição nas cidades.

Conclusão

Com toda a certeza, agora você já sabe o que é injeção eletrônica e como identificar eventuais problemas, não é mesmo? Não esqueça de cuidar da manutenção preventiva de seu carro e, se precisar, procure a Rally Centro Automotivo para eventuais serviços!

Agora que você aprendeu o que é injeção eletrônica e como identificar problemas, saberá quando é caso de levar o automóvel ao mecânico, não é verdade? Cuide sempre da manutenção preventiva e evite problemas desnecessários! 



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